Escotista do GEJA participa de 7º Fórum Interamericano de Jovens Escoteiros
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A chefe da Tropa Escoteira Galápagos Julia Navarro participa, no dia 14 de agosto, do 7º Fórum Interamericano de Jovens Escoteiros. Em um evento online, ela vai explicar sua participação no projeto Apapachitos – a versão jovem do projeto Apapachiar.

Criado por chefes de diferentes países da Região Interamericana de Escoteiros, o projeto Apapachiar surgiu em 2020 como um serviço de apoio à saúde mental e psicológica de escoteiros e escotistas durante a pandemia de covid-19. A palavra apapacho – que significa “abraçar com a alma” – ganhou a sigla IAR, da região interamericana.

Julia participou do Apapachitos (@apapachitos.iar) como membro juvenil da organização dos escoteiros da Colômbia. O projeto foi desenvolvido de forma virtual e contou com a participação de escoteiros do Chile, México, da Argentina, Colômbia, do Equador e da Venezuela.

De jovem para jovem

O intuito era ajudar escoteiros de todo o mundo a encontrar ferramentas úteis para cuidados com relação à saúde mental durante o surto sanitário global. A estratégia era convidar jovens, estudantes de psicologia e de comunicação, para abrir um diálogo franco com outros jovens.

O programa atendia pedidos de grupos e regiões escoteiras ou países e fazia conferências online sobre temas como bullying, prevenção ao suicídio e reconhecimento de emoções.

Nos domingos à noite, o Apapachitos abria seu leque de trabalho e transmitia lives, por meio do Facebook da Região Interamericana de Escoteiros, que atendiam os jovens hispano hablantes interessados em ter mais informações sobre os temas. Nessas lives também era possível interagir por meio do envio de perguntas que eram respondidas ao vivo.

Julia participou do projeto como mediadora das conversas, palestras e lives na internet. Com expertise em comunicação, ela também era a responsável pela divulgação do Apapachitos por meio das redes sociais.

“Para mim, foi muito importante poder fazer parte de um projeto tão grande, que impactou tantos jovens e que, principalmente, me ajudou a aprender e cuidar da minha saúde mental e, ao mesmo tempo, auxiliar outras pessoas”, explica Julia, destacando ainda a importância do apoio dos adultos voluntários (escotistas e dirigentes) que acompanharam todo o trabalho, mas que entenderam que seria mais efetivo ao projeto que o diálogo fosse feito de jovens para jovens.

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